Ó, Dulcineia, ó, Fleur-de-Lys,
Pus meus pequenos olhos sob teu vestido de cigana.
Sob este mesmo céu azul, o arcanjo Gabriel anunciou tua chegada.
Sob este mesmo solo, tu fizeste brotar rosas vermelhas.
Vermelha é a única cor que ela não é.
Sob este mesmo joelho, me prostrei para aquela pedra lapidar.
Quem será aquela que me atirará outra pedra?
A mão que agarra a pedra é a mesma que escorrega sobre meus cabelos.